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martin

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“Palito de Fosfeno”, livro de estreia de Thais Lancman, convida o leitor para uma jornada cósmica

Em seu livro de estreia “Palito de Fosfeno”, Thais Lancman justapõe dois mundos. O primeiro é bastante familiar ao habitante das metrópoles; composto pelos ruídos urbanos, pelas desventuras da cidade, “cheiros de todos os dias”, o cotidiano de quem se desloca de casa para o trabalho e do trabalho para casa num moto contínuo, impossibilitado de transcender a rotina. O segundo, compreende ao infinito e ao espaço sideral, à amplitude remota das estrelas e constelações.

Depois de trocar um dia de trabalho por uma ida ao planetário, as prioridades de Cedi, a protagonista da história, mudam. Ela busca a grandeza e esse dia marca o início de uma busca cuja finalidade lhe é incerta, convite perfeito para se perder na imensidão cósmica de si mesma.

“Palito de Fosfeno” faz referências a músicas que carregam diferentes visões sobre o cosmos, astronautas e a solidão interestelar.  No site do livro (acesse) é possível ler um pequeno trecho da obra e ouvir as músicas que fazem parte da história.

Jornalista Milton Blay lança livro de crônicas sobre Paris

UntitledDurante 35 anos em Paris, o correspondente Milton Blay, do Grupo Bandeirantes, colecionou histórias inusitadas, coberturas marcantes e encontros extraordinários. As crônicas vividas pelo profissional, desde a chegada ao centro da Cidade Luz, foram transformadas no livro Direto de Paris, coq au vin com feijoada, que será lançado no Brasil no próximo mês. 

Em 6 de maio, a obra será divulgada em Brasília, no Museu da Imprensa Nacional, às 19h. O lançamento em São Paulo está agendado para dia 20, na Livraria da Vila. Em Campinas, a obra será apresentada no dia seguinte, em livraria da mesma rede. O tour é encerrado nas cidades de Curitiba (27/5) e Rio de Janeiro (28/5). 

Em 224 páginas, Blay relata as maiores dificuldades, o dia a dia e algumas coberturas que revelaram os principais acontecimentos em torno da França. Ele vive na capital francesa desde 1978, tendo trabalhado como correspondente da revista Visão, da Folha de S.Paulo e das rádios Capital, Excelsior (depois CBN) e Eldorado. Ainda atuou como redator-chefe da Radio France Internationale e presidente da Associação da Imprensa Latino-Americana na França. 

“Não tive a pretensão de escrever um livro exaustivo sobre a minha carreira de correspondente internacional, talvez a mais longa do jornalismo radiofônico brasileiro, nem dar conselhos para jovens que se lançam na profissão com o sonho de abraçar o mundo. (…) Ao escrever, quis apenas tirar ao acaso da caixa de memórias histórias como aquelas que animavam as noitadas de jornalistas ‘das antigas’”, diz trecho da introdução do livro.