As ações israelenses na faixa de Gaza estão sendo excessivas?

Pesquisa com os leitores realizada pela Folha de São Paulo no 24/07/2014 15h32 com um total de 13.697 votos.

26% 3.565 votos Sim. O Estado de Israel possui um aparato defensivo e ofensivo muito mais avançado do que o Hamas, tornando desproporcional a violência do conflito e aumentando o número de baixas civis dos palestinos.
74% 10.132 votos Não. Se não fosse pelo sistema de defesa antimísseis Domo de Ferro, haveria incontáveis vítimas também do lado israelense. Além disso, o Hamas usa civis palestinos como escudo em suas bases.

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MANIFESTAÇÃO PELO DIREITO DE ISRAEL DEFENDER SEUS CIDADÃOS

Repúdio à posição do governo brasileiro sobre o conflito

A sociedade civil brasileira se mobilizará em repúdio à decisão do Itamaraty, expressada na Nota n. 168, em condenar Israel por sua operação em Gaza, sem mencionar qualquer condenação aos milhares de mísseis disparados continuamente desde Gaza pelo grupo terrorista Hamás, endereçados à população civil israelense. Além do mais, critica a decisão parcial de chamar o Embaixador Brasileiro em Tel Aviv a consulta em Brasilia, em uma demonstração diplomática de protesto a Israel, sem qualquer reação semelhante em relação ao Embaixador Brasileiro para a Palestina.

Dia: 30/07 (quarta-feira)
Horário: das 10:00 às 11:00
Local: Em frente ao Palácio do Itamaraty
Contato: (61) 9812-9494 – Kélita

Esta atitude representa um endosso ao terrorismo e à prática de utilizar mulheres e crianças como escudos humanos.

Neste momento milhões de israelenses estão sob a mira dos mísseis do Hamas. Estão dormindo, comendo, trabalhando, enfim, tentando viver dentro de abrigos e bunkers embaixo da terra. Os alarmes soam dias e noites, avisando da chegada dos mísseis do Hamas, impedindo a vida normal dos israelenses que são obrigados a procurar estes abrigos em cerca de 15 segundos antes do possível impacto desses mísseis.

O Hamas recusou a proposta de cessar fogo feita pelo Egito.
O Hamas violou o cessar fogo humanitário pedido pela ONU
O Hamas violou o cessar fogo humanitário pedido pela Cruz Vermelha Internacional.

Israel aceitou e respeitou as 3 propostas. Porém se viu obrigado a voltar a se defender.

O embaixador do Brasil em Israel foi chamado a Brasília para “consulta” – último recurso da diplomacia antes do rompimento de relações diplomáticas.

O embaixador do Brasil para a Palestina não recebeu a mesma convocatória. Não houve qualquer menção dos ataques sofridos cotidianamente por Israel durante longo período, sem qualquer represália.

Qualquer Estado está chamado a garantir a Segurança Nacional, inclusive o Brasil.

Queremos uma Palestina livre do Hamás e do terrorismo.
Queremos a Paz em Israel e em toda a região.

Antissionismo é antissemitismo

Após o Holocausto, o antigo antissemitismo foi substituído pelo antissionismo. A máscara é nova, mas a alma horrenda é velha conhecida
O debate sobre o Oriente Médio parece atualmente querer regredir ao pré-1947, quando a ONU decidiu dividir a Palestina em dois países, um árabe e um judeu. Aqui e ali, volta-se a negar o direito à autodeterminação nacional do povo judeu em sua terra ancestral.
A tentativa de demonização do sionismo é apenas isto: a negação do direito de um povo à autodeterminação. Nenhum outro movimento nacional sofreu ou sofre essa campanha contrária avassaladora.
É moda dizer que o sionismo e Israel são entidades coloniais. Nem como piada serve. Os falsificadores da história precisariam explicar por que a URSS votou na ONU em 1947 a favor de um “empreendimento colonial”. Votação em que o maior colonizador da época, o Reino Unido, absteve-se. Aliás, a URSS foi o primeiro país a reconhecer Israel.
Nós mesmos somos cidadãos de um país cuja independência foi apoiada pelo Império Britânico. E daí? E daí nada. É comum que nações em busca da autodeterminação explorem as contradições intercolonialistas e interimperialistas.
A divisão de um país em dois aconteceu também em outra descolonização, na mesma época da partilha da Palestina, na joia da coroa britânica, quando Índia e Paquistão viraram dois países. E o critério para a delimitação também foi étnico-demográfico. Incluindo transferências de populações –que hoje viraram sinônimo de limpeza étnica.
O direito à separação de povos e nacionalidades que não desejam viver juntos foi também assegurado, mais recentemente, no desmembramento da ex-Iugoslávia e na extinção da Tchecoslováquia.
Os argumentos deslegitimadores do sionismo mal disfarçam o preconceito e a discriminação.
Guerras têm vencedores e perdedores. O final da Segunda Guerra Mundial assistiu a dramáticos e trágicos deslocamentos populacionais, consequências de realidades produzidas no campo de batalha.
Um caso bastante conhecido é o palestino. Infelizmente, até hoje os palestinos pagam a dívida que seus líderes de então contraíram, ao aliarem-se à Alemanha nazista. Países árabes também invadiram o nascente Estado judeu logo após sua independência, em 1948.
Outro argumento contra o sionismo é que os judeus não seriam um povo, mas apenas uma religião.
Cada nação deve definir sua identidade. Se judeus definem-se por uma religião (o judaísmo), uma língua (o hebraico) e uma terra (Israel), ninguém tem nada a ver com isso.
Imagine-se o escândalo se Israel mudasse de nome, para “Estado Judeu de Israel”. Mas não ouvimos reclamações contra, por exemplo, o “Islâmica” em “República Islâmica do Irã” ou “Árabe” em República Árabe do Egito.
O sionismo foi e é apenas isto: a expressão moderna da autodeterminação nacional judaica. E Israel surgiu na descolonização no pós-guerra, beneficiado pelas alianças corretas na vitória sobre o nazismo. Essa é a verdade histórica.
O único caminho para a paz é o reconhecimento das realidades históricas e a divisão em dois países por critérios demográficos. Dois Estados para dois povos.
O antigo antissemitismo saiu de moda após o mundo ter descoberto o Holocausto. Foi substituído por uma nova forma de discriminação: o antissionismo. A máscara é nova, mas a alma horrenda é velha conhecida. Uma verdadeira aberração.
CLAUDIO LOTTENBERG é presidente da Confederação Israelita do Brasil(texto publicado na Folha de São Paulo)

Festival de Cinema Judaico de São Paulo chega à 18º edição

· Entre os dias 5 e 10 de agosto, serão exibidas, em cinco salas de São Paulo, mais de 30 obras de ficção e documentários ligados ao universo judaico

. “A História do Homem Henry Sobel” abre a mostra

Organizado pela Hebraica São Paulo e integrante do calendário cultural da cidade, o Festival de Cinema Judaico de São Paulo – FCJSP, pioneiro do gênero na América Latina, completa 18 anos em 2014.
Nesta edição, que será realizada entre os dias 5 e 10 de agosto, ganham destaque produções cinematográficas de países como Israel, França, Canadá, Alemanha, Estados Unidos, Brasil, Polônia, Bélgica, República Tcheca e Macedônia.
Também será atração a mostra especial “Com um Toque de Música” , que reúne sete filmes cuja música – elemento cultural forte entre o povo judeu – e seus principais ícones, entre eles o agente musical dos maiores nomes da música da década de 1960, Shep Gordon, são a temática central. Outro destaque vai para o recém-restaurado clássico do cinema judaico de 1938, “Mamele”.
Com mais de 30 filmes, o Festival de Cinema Judaico de São Paulo terá sua programação exibida em cinco salas paulistanas – duas na Hebraica (Teatros Arthur Rubinstein e Anne Frank), Cinemark Pátio Higienópolis, CineSesc e Centro da Cultura Judaica.

Documentários
Onze documentários serão exibidos e entre eles ” A História do Homem Henry Sobel” (2014), traz a trajetória de um dos mais expressivos líderes da comunidade judaica brasileira, desde sua chegada ao Brasil até os dias atuais.

Programação completa do 18º Festival de Cinema Judaico de São Paulo, com salas, horários de exibição e sinopses pode ser conferida no site http://www.fcjsp.com.br

Na’amat Pioneiras São Paulo vai abrir o segundo semestre com intensa programação

A Na’amat Pioneiras São Paulo vai começar o segundo semestre com uma intensa programação. Confira os eventos programados:

O Dr. Eliezer Berenstein falará sobre “A visão da sexualidade sob a ótica da medicina e judaísmo”, em evento da Na’amat Pioneiras São Paulo, no dia 05 de agosto, pontualmente às 19h30, na Livraria da Vila, do Shopping Pátio Higienópolis.

Eric Peleias, autor do livro “Ima- Sempre em Frente”, que tem prefacio assinado por Dan Stulbach, abrirá a primeira reunião na Sede da Na’amat Pioneiras, no dia 05 de Agosto, às 15h. Em sua obra, o autor relembra os dias da personagem Julia após a Áustria, seu país, ser anexada pela Alemanha nazista em 1938.

De 12 a 14 de Agosto, das 9 às 13h, a Na’amat Pioneiras São Paulo em parceria com o SENAC- SP, promove o curso de Cupcake, no SENAC Aclimação. A realização e do Núcleo de Geração de Renda. Informações e inscrições com Suely no tel: (11) 3667.5247.

A Na’amat Pioneiras São Paulo realiza no dia 19 de agosto, das 15h às 17h30, no Terraço Itália, um delicioso chá da tarde com sorteio de brindes e atração musical. Convites R$ 70,00, na sede da Organização. Valet Service incluso.

Aproveite o feriado de 07 de setembro. Garanta seu lugar na viagem ao paradisíaco resort Caldas da Imperatriz em Santa Catarina, realizada de 07 a 12/09 , pela Na´amat Pioneiras São Paulo em parceria com a Eretz Tur. Informações e reservas com Rosa Helena Roizen – rosa@eretztur.com.br – Tel: (11) 3873.5367.

Einstein lança livro sobre emergências pediátricas

No próximo dia 2, durante o XI Simpósio Internacional de Ventilação Mecânica em Neonatologia e Pediatria, o Hospital Israelita Albert Einstein faz o lançamento de Emergências Pediátricas. O volume, coordenado pelos pediatras Adriana Vada Ferreira, Benita Schvartsman, Carlos Augusto de Oliveira, Cláudio Schvartsman, Eduardo Juan Troster, João Fernando de Almeida e Sulim Abramovici, faz parte da série Manuais de especialização.

Serviço:
Lançamento Emergências pediátricas
02 de agosto às 10h20
Auditório Moise Safra – Av. Albert Einstein, 627