Jack Terpins e Eduardo El Kobbi com jovens do IN Formando

Jack Terpins, presidente do Congresso Judaico Latino Americano (CJLA) e Eduardo El Kobbi, presidente do KKL Brasil (Keren Kayemet LeIsrael) participaram em 11 de setembro de um encontro com cerca de 40 jovens do IN Formando, programa da Associação Cultural Jewish IN, realizado na casa de um ativista comunitário.

Eduardo El Kobbi abriu o encontro e sensibilizou a todos ao contar sobre sua trajetória comunitária, e como chegou à presidência do KKL, a mais antiga e maior organização ambiental não governamental do mundo, fundada em 1901. “Durante doze anos fui diretor de comunicação de A Hebraica. Dedicava um dia da semana ao trabalho voluntário e achava que era suficiente. Várias vezes fui procurado pelo KKL e alegava não ter tempo para mais um trabalho voluntário. Quando o Monte Carmel pegou fogo, em uma tragédia ambiental sem precedentes para Israel, a revista da Hebraica estava na gráfica. Parei tudo e destacamos o incêndio na capa da revista, o que acabou sensibilizando muita gente. Há um ano aceitei o desafio e assumi a presidência do KKL e a mensagem que passo para vocês é da importância de estarmos juntos, dividindo experiências e o nosso amor pela comunidade”, destacou Eduardo.

O evento também contou com a presença do israelense Ofir Fisher, fundador do Or Movement. Ele está em visita ao Brasil para o lançamento de uma parceria mundial com o KKL. As duas instituições irão trabalhar juntas em um novo projeto: o Carmit, uma nova cidade no Negev.

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Embaixador de Israel Rafael Eldad e esposa são recebidos pela família Mansur no Rosh Hashaná

Em visita a São Paulo, o Embaixador de Israel Rafael Eldad e esposa Batia, celebraram o Rosh Hashaná com a família de Iza Mansur, presidente da WIZO São Paulo. Eles foram recebidos na residência do casal  Becky e Elias Mansur.Na ocasião especial , o ilustre casal, uniu-se  às preces  para “ que sejamos todos inscritos no Livro da Vida para um 5773 com saúde e alegrias e com a esperança de que a tão almejada paz seja alcançada.

Brasileiros relatam experiências no Instituto Weizmann de Israel

O grupo Amigos do Instituto Weizmann do Brasil proporcionou a seis alunos brasileiros, o maior número de bolsistas enviado até hoje pelo Brasil,  a  bolsa integral para participar do International Summer Science Institute, curso de verão do Instituto Weizmann, que aconteceu durante o mês de julho, na cidade de Rehovot, Israel.

No dia 4 de setembro eles participaram de um encontro com o grupo  de Amigos do Instituto Weizmann do Brasil onde relataram suas experiências no instituto israelense e deram detalhes sobre sua participação no curso de verão do Instituto Weizmann. Eles enfatizaram a convivência com mais de 70 alunos provenientes de 15 países, o acesso aos mais modernos laboratórios, o projeto desenvolvido por cada um, além de todos os passeios  que fizeram de Norte a Sul de Israel.

“Tive a grande oportunidade de conhecer a ganhadora do Nobel de Química, Ada Yonath.  O mais incrível foi ver como pessoas do mundo todo podem se unir ao mesmo tempo e no mesmo lugar para fazer ciência”, destacou Marcos Kunihiro Masukawa.

Para Gabriel Bonuccelli Heringer Lisboa  a experiência  foi maravilhosa e   mudou sua perspectiva em relação à a ciência.  “O melhor de tudo é saber que já estou em contato com futuros cientistas do mundo todo”, frisou o jovem estudante.

 

Analista israelense visita o Brasil

Jonathan Fine, especialista em segurança internacional do Instituto Interdisciplinar de Herzlyia, um dos principais centros israelenses de estudos estratégicos, esteve no Brasil no final de agosto, com o apoio da  Conib.

Fine, que é especializado na transição da violência política de agenda secular para a violência de agenda religiosa, com especial ênfase sobre o judaísmo, cristianismo e islamismo, participou de encontros acadêmicos e concedeu entrevistas aos principais veículos da mídia brasileira.

Em São Paulo, Fine falou ao jornal O Estado de S. Paulo sobre a situação política na Síria e o conflito com o Irã. Ele também falou à Folha de S. Paulo, ao portal Terra e ao Nosso Jornal Rio.

No Rio de Janeiro o professor Jonathan Fine participou do Seminário Internacional  “O Oriente Médio Contemporâneo” realizado na Sede do Ibmec –RJ,  com a presença de especialistas no tema como os professores James Green (Brown University), Ruth Fine (Hebrew University), Michel Gherman (UFRJ), Murilo Meihy (PUC-RJ) e Paulo Hilu(UFF), entre outros. Fine também participou de debate com professores da UFRJ e falou a estudantes universitários do Grupo Israelidades do Hillel Rio.

 

Hebraica 2032 – Pensando a Hebraica do futuro

A conhecida história tradicionalmente contada em Tu B’Shvat de que um jovem ao caminhar por uma estrada ladeada por árvores, encontra um senhor idoso que está a jogar algumas sementes sobre a terra e pergunta com a arrogância da juventude:

“Para que o senhor está plantando árvores se não as verá crescer e não usufruirá de sua sombra?”. O senhor idoso responde com muita calma: “Todas estas árvores que aqui estão e que forneceram sombra e conforto para mim e fornecem para você foram plantadas por nossos ancestrais que não usufruíram deste conforto. Se eu não plantar agora novas árvores, meus netos e seus netos não poderão usufruir deste mesmo benefício que nós recebemos”

nos serve de inspiração e motivação para que nos lancemos num projeto que, da mesma maneira que o jovem questionou, muitos de nós não usufruiremos. Nossa história enquanto povo judeu impulsiona este tipo de pensamento e mais uma vez parafraseando Shimon Peres, se nossos netos continuarem judeus, então cumprimos a nossa missão.

HEBRAICA 2032 é neste momento um nome, um desejo e uma ideia. Mais do que um projeto que encontrará expressão em Planos Diretores, desenhos e projetos definidos tentando refletir um exercício de futurologia barato, a proposta aqui delineada é a de PENSAR. É no processo de elaboração em si que esperamos encontrar caminhos, ideias, mudanças que permitam a nossos filhos, netos e bisnetos usufruírem da mesma sombra que nós usufruímos.

 

Objetivos

–          Pensar e delinear linhas de ação que conduzam a Hebraica nos próximos 20 anos a permanecer como a entidade judaica que congrega boa parte da população judia da cidade de São Paulo;

–          Estabelecer modelos de sustentabilidade financeira da entidade de acordo ao potencial aquisitivo da comunidade judaica;

–          Propor políticas de utilização racional de todos os recursos necessários à operação da entidade, sejam eles humanos, de instalações, de consumos de água e energia, etc.;

–          Desenhar cenários para as diversas áreas do clube (notadamente esportiva, social e cultural e juventude, escolas) e propor linhas de ação coerentes com a ideologia da instituição, com sua inserção na cidade de São Paulo e com a sociedade maior.

–          Buscar novas abordagens que possam satisfazer o sócio e trazer novos membros

 

Metodologia e coordenação

Entendemos que o Conselho Deliberativo da Hebraica é o espaço adequado para empreender tarefa desta natureza e desta magnitude. Se a Diretoria Executiva tem como atividade principal a condução do presente e do dia-a-dia do clube, o Conselho pode se preocupar com o futuro de uma maneira menos compromissada com a rotina imediata da entidade e empreender exercícios e experimentações no âmbito das ideias. Maior participação e maior abertura nos processos internos da Hebraica é uma demanda permanente dos conselheiros.

A iniciativa desta empreitada surgiu na Comissão de Obras do Conselho e quando apresentada à Mesa do Conselho e ao próprio plenário do Conselho tornou-se um projeto maior. Os trabalhos tem a coordenação de Bruno Szlak e Charles Vasserman.

Propomos como metodologia o emprego de algumas técnicas de pensamento estratégico bem como a capacidade de ouvirmos segmentos de nossa sociedade voltados aos temas que porventura venham a ser elencados nos diversos painéis trabalhados, sejam eles sócios ou não, sejam membros da comunidade judaica ou não.

O processo de comunicação é fundamental para que os trabalhos possam ser encaminhados e que obtenham não só uma abrangência maior de pessoas e ideias, mas para permitir uma maior crítica e participação democrática do público.

Devemos nos colocar como meta para a geração de um documento ou uma série de documentos resultado das reflexões do processo um prazo de 18 meses a contar do meio de 2012, ou seja, final de 2013.